sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

INSS x Operação Espantalho no Sul baiano

Operação Espantalho: vice-prefeito é suspeito



A Delegacia de Policia Federal em Porto Seguro, a 700 quilômetros de Salvador, deflagrou na manhã desta quarta-feira (4), a Operação Espantalho nas cidades de Alcobaça e Caravelas, no extremo sul da Bahia. Segundo a polícia, a ação pretende combater fraudes previdenciárias praticadas contra o INSS.

Após representação formulada pela PF, foram expedidos pela Justiça Federal em Eunápolis, em desfavor dos envolvidos no esquema criminoso, quatro mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão.

As investigações duraram cerca de nove meses e desnudaram a presença de organização criminosa voltada para a obtenção fraudulenta de benefícios de natureza previdenciária por meio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alcobaça na Bahia.

Nome de gato é incluído no Bolsa Família
Vice-prefeito responde por receber bolsa-família

De acordo com a polícia, a fraude consiste na falsificação de documentos para a comprovação de vínculos contratuais e exercício de atividade rural inexistente, através da produção de contratos de arrendamento, parceria e comodato rural forjados, além de notas de vendas de produtos agrícolas e comprovantes de cadastro no Incra ideologicamente falsos.

Ainda segundo a pólícia, os documentos eram apresentados ao INSS quando da solicitação de aposentadoria por exercício de atividade rural, por pessoas aliciadas pelos integrantes do esquema criminoso, as quais, em muitos casos, declaravam-se trabalhadores rurais mesmo não tendo exercido qualquer atividade no campo.

Em levantamento preliminar, verificou-se que há pelo menos 500 benefícios com suspeitas de irregularidade na documentação que originou os pedidos administrativos, num prejuízo mensal estimado em mais de R$ 200 mil aos cofres do INSS.

Entre os envolvidos se encontram o vice-prefeito do município de Alcobaça na Bahia, bem como dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alcobaça na Bahia, entre os quais um ex-vereador, além de possíveis servidores públicos federais, cooptados pela organização criminosa, cuja participação será aprofundada no decorrer das investigações.
 
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Máscaras

Animula, vagula, blandula
Hospes comesque corporis,

Quae nunc abibis in loca
Pallidula, rigida, nudula,
Nec, ut soles, dabis iocos..."


Pequena alma, terna, inconstante

Hóspede e companheira de meu corpo,
Vais descer aos lugares pálidos, duros, nus
Onde deverá renunciar às brincadeiras de outrora...

 Adriano, Imperador

Escolas da vida brasileira

Sabe o que se vê?
No mínimo 60% dos que são denominados favelados
O resto é confete de última hora que nem o refrão de
"Liberdade,liberdade abre as asas sobre nós "sabem
da escola, aliás nem sabem qual o nome da escola!
Mas também não se preocupam, vão em todas as cartilhas
o negócio é diversão, putaria e não to nem aí.
 
Nos camarotes refrigerados, aliviados por bebidas geladas e ambientes prá lá de super confortáveis
a turma feudal curte com os " que se divertem "
Dançem mesmo dizem eles!
Pulem a vontade! Sambem!Suem!
Coloquem seu grito prá fora!
Contem suas histórias a ritmo de bateria nota 10
Cores, queremos cores!
Bundas! Muitas bundas
Gritem! Cantem!
Beijem! Olha as camisinhas minha gente!
Nos divirtam! Hoje nós permitimos!
Até cantamos com vocês!
Tolos! Tolinhos! Tolinhas!
Entre lantejoulas e serpentinas nós os aprisionamos em suas misérias
Voces se contentam com estes diazinhos de libertinagem e farra!
Assim ficam quietos o resto do ano
 
Carnaval? Ha, ha, voces não entenderam nada!
 

Olhai os campos!

Existem campos...
Diversos campos...
De batatas, abacaxis, de petróleo, de lírios
Neste nosso planeta
Como Olhá-los e Cultivá-los depende de nós
Semear...
Sementes diversas que recolhemos são espalhadas neste nosso gigantesco campo Virtual
Semear em solo adubado não nos trará as mudanças e transformações que necessitamos
Que elas encontrem o solo fértil, floresçam e nos proporcionem o sabor do fruto perfeito
em paz
 
Ana Maria Bruni
 
 
 
 

Ô inferno essa Bahia!

Carnaval não é mais coisa do diabo

   Os antigos diziam - principalmente as velhas carolas e a Igreja Católica -, que o Carnaval era coisa do Diabo. Era. Agora até o Diabo se escondeu ou foi passar uns dias no Litoral Norte ou na Ilha de Itaparica, pois nem Diabo aguenta tanta barulheira, com trios executando suas músicas com mais de 120 decibéis e os agentes de fiscalização fingindo que multam, mas quem sabe fazendo um acerto por fora – e eu li ou alguém me falou ou ouvi em algum lugar, que tem agente que ganha dos donos de trios para passar na frente do outro. Ô inferno essa Bahia!
  O Diabo quer mais é ficar longe da muvuca. Diabo sabe que se for atrás do Chiclete vai ser assaltado e levar porrada dos malhadões. Se for atrás de Ivete vai ficar doidão com aqueles pernões. Se for no trio de Cláudia Leitte vai ficar vendo ela dá umas e outras paradas pra tirar...leite...claro, para mandar via circuito para o filhote recém-nascido (e eu pergunto como é que com tanta agitação e tanto pulo o leite não vira manteiga ou requeijão cremoso).
  Se o Diabo decidir fazer algo ameno, como sair de mulher nas Muquiranas corre o risco de ser preso ou levar tiro, pois nos últimos anos o bloco foi invadido por policiais civis e é um perigo, pois qualquer pisão nos pés das "meninas" pode degenerar num tiroteio digno do Álamo; tanto que os antigos foliões já se afastaram.
  Mas o Diabo ficou abestalhado mesmo foi quando de passagem para seu retiro espiritual numa praia longe, ter visto de relance que o "Filhos de Gandhy" está parecendo com "Os Mascarados". Liberou geral e virou um afoxé GLS, para bem de todos e de todas. O que se viu dentro do bloco, na Avenida, como nunca se viu, foram os casais machos trocando beijos e, de mãos dadas, indo na cadência. Não podia ser diferente. Lembre-se que se hoje o grande barato do carnaval é beijar na boca – e não vale a qualidade do beijo, mas a quantidade, quanto mais bocas serem beijadas melhor – o pessoal do Gandhy já fazia isso há tempos. Saiba que os colares que eles levam no pescoço, sempre foram objeto de troca. Cada colar dado é um beijo recebido. Se bem que tenho um amigo que saiu com mais de cinqüenta colares no pescoço e na volta para casa estava com 52 colares. Não soube explicar.
    O Diabo, em sua sanha para fugir do carnaval saiu pelo Campo Grande e viu, para vergonha dos baianos que estavam com visitantes, um diretor do Cheiro discutir em cima do trio, com o pessoal técnico, pois parece que o caminhão não dava para passar entre um praticável da Saltur e um posto policial, momentos antes da saída do bloco no domingo à tarde.
    O Diabo, entretanto, ficou satisfeito com o bloco Pinel que marcou presença no Corredor da Vitória. Seus componentes regaram todas as árvores do trajeto, fazendo xixi sem o menor constrangimento, mesmo com uma bateria de sanitários químicos a poucos metros. E quando no meio da avenida o Capiroto se defrontou com um bloco de evangélicos? Foi o que bastou para o Diabo se mandar de vez e enviar release para as redações de jornais dizendo que esqueçam a máxima que diz que "O Carnaval é invenção do Diabo/...Que Deus abençoou". Tô fora, exclamou e ainda assinou:
  Atenciosamente, Belzebu.
http://www.tribunadabahia.com.br/

A violência brasileira denunciada

Estados Unidos denunciam crimes cometidos por forças de segurança do Brasil 
 
A violência exercida pelas forças de segurança continua sendo um grave problema no Brasil, embora os direitos humanos sejam geralmente respeitados pelas autoridades federais, afirmou o Departamento de Estado norte-americano em seu relatório anual.

O documento, entregue nesta quarta-feira ao Congresso dos Estados Unidos, denuncia a existência de "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões". "O governo ou seus agentes não cometeram assassinatos motivados politicamente, mas as mortes ilegais cometidas por policiais (militares e civis) foram generalizadas", explica o documento. O Departamento de Estado explica que, "em muitos casos", os policiais empregaram "força letal de forma indiscriminada durante apreensões e mataram civis, apesar da ausência de risco para eles". Além disso, "em alguns casos" as mortes de civis foram precedidas de "grave perseguição ou tortura por parte de agentes".
 
O governo norte-americano também destaca que muitos assassinatos foram perpetrados por esquadrões da morte vinculados às forças de segurança, "em alguns casos com a participação policial".
O relatório ressalta que, nos nove primeiros meses de 2008, a polícia matou no Rio de Janeiro 911 pessoas em enfrentamentos, "12% a menos que no mesmo período em 2007", segundo dados do governo federal. Esse número, no entanto, chega a 1.260 assassinatos, a maioria "em atos de resistência", segundo um documento publicado em setembro pelas Nações Unidas.
 
Além disso, o Departamento de Estado critica a falta de proteção para testemunhas de crimes, da violência e de discriminação.
 
 O documento também ressalta que "a violência doméstica continuou generalizada", com 24.523 casos registrados em todo o País em 2008, contra 20.050 de 2007.
 
 

Não existem balas perdidas, elas encontram as Vítimas






Acabou a Folia, é hora de encarar com seriedade o que acontece no Brasil em respeito aos que caíram em solo brasileiro pelo descaso e incompetência dos " perdidos" que estão no poder e no controle de nossa segurança!
Ana Maria C. Bruni

Foi O Gilson Dipp que disse!

Corregedor do CNJ diz que problema do Judiciário é falta de gestão
 
O corregedor do Conselho Nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, afirmou nesta quinta-feira que o principal entrave do Judiciário brasileiro é a falta de gestão e de aperfeiçoamento dos profissionais.

Ele disse ainda que muitos tribunais se queixam da falta de recursos, mas o grande problema está na má administração. "Isso faz com que hajam vários cargos de confiança em detrimento de servidores de carreira, faz com que os tribunais se estruturem em detrimento do primeiro grau, muitas vezes com pagamento de salários acima do teto constitucional. Além de resquícios de nepotismo", disse ele.
 
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pois é falou e disse e a Corregedoria está aí  para " corrigir "!
 

AIDS- HIV na evolução

O país com o maior índice de contágio na América Latina é o Brasil, com mais de 700.000 pessoas infectadas
 A cada ano, 30 mil pessoas contraem HIV no país
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Leia Aids

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O consumo responsável e o lixo eletrônico

A questão do lixo eletrônico e outros resíduos sólidos têm sido amplamente debatidos nos últimos tempos e não é por menos. O lixo eletrônico oferece hoje, no Brasil, uma boa oportunidade de reflexão sobre o desenvolvimento desorganizado somado ao consumo inconsciente.

Sabe-se que sim, esses materiais podem (e devem) ser reutilizados e reciclados. Mas também se sabe que não. Por serem tóxicos, equipamentos e utilidades eletrônicas não podem ser encarados e descartados como lixo comum. Então, o que fazer ou como fazer? O Mercado Ético procurou órgãos de apoio e defesa do consumidor para falar sobre o lixo eletrônico, consumo consciente, reutilização e reciclagem.

Um nó atado por muitas mãos

Entre o bem-me-quer e o mal-me-quer do debate do lixo eletrônico, existe um nó atado por muitas mãos. A ausência do poder público em regulamentar um política nacional de resíduos sólidos, somada à falta de iniciativas pró-ativas do setor privado na questão da co-responsabilidade produtiva, ganha força no consumo inconsciente.

Segundo o Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (CCE-USP) foram vendidos, só em 2006, 7 milhões de computadores. Se descartados sem controle num horizonte de até dez anos, essas máquinas podem implicar numa montanha de resíduos da ordem de 70 mil toneladas. Pior: 60% do lixo coletado não têm destinação correta, ou seja, são encaminhados para os lixões, nos quais os componentes tóxicos facilmente alcançam os lençóis de água subterrânea. Se houver contaminações, os custos para a sociedade brasileira podem ser incalculáveis.

Entre o setor privado e o legislativo, o poder do consumo consciente

Apesar do aumento das vendas de eletrônicos, não há no Brasil uma legislação que estabeleça o destino correto para a chamada 'sucata digital'. Também não há legislações ou normas que responsabilizem os fabricantes pelo seu descarte.

Lisa Gunn, coordenadora do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), esclarece que a lei só obriga as empresas a recolherem pilhas e baterias de carro e celular, "o resto depende da política prática de responsabilidade socioambiental da empresa".

Nesse caso, o consumidor consciente pode se sentir desamparado, mas segundo a coordenadora o Idec, ele não deve se intimidar com a lentidão da aprovação da política regulatória sobre o descarte de resíduos sólidos. "O consumidor precisa ter consciência do problema, ser pró-ativo e exigir mais co-responsabilidade das empresas fabricantes", disse.

Por falar em consumo

Heloísa Torres de Mello, Gerente de Operações do Instituto Akatu, relembra que cada vez que se joga fora um equipamento, seja um computador ou um celular, descarta-se também toda a matéria-prima, a água, a energia e o trabalho gastos na sua produção. "Tendo consciência dos impactos que o uso e o descarte desses produtos provocam, o consumidor pode contribuir para que os reflexos positivos dessa tecnologia sejam maiores que os danos ao meio ambiente", disse.

Ainda segundo Heloísa, a primeira coisa a ser avaliada pelo consumidor é se há mesmo necessidade de comprar um novo computador ou outro equipamento eletrônico. "Às vezes, no caso dos computadores, basta um upgrade, como o aumento da memória, para que o equipamento continue tendo um bom desempenho por mais algum tempo", relembrou.

Outra atitude recomendada é tentar consertar o computador, em vez de trocá-lo por um novo ao primeiro problema apresentado. "Tanto em relação a computadores quanto a celulares, é bom ponderar se a troca pelo novo não é apenas por razões estéticas, ou se de fato o aparelho mais moderno vai atender a reais necessidades práticas", argumentou a coordenadora do Instituto Akatu.

Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE-USP, compartilha a opinião e acredita que ter responsabilidade no ato da compra é o primeiro passo para debater o que estamos descartando. A coordenadora deu a dica para quem quer começar a fazer a diferença. "Peça por computadores verdes, ou seja, computadores livres de chumbo, econômicos no consumo de energia e cujos componentes são totalmente recicláveis. Além disso, veja com o fabricante, a política de descarte antes de comprar. Na ausência de legislação adequada, precisamos começar a agir enquanto indivíduos."

A força positiva da escolha

Se o consumidor decidir pela compra de um novo computador, celular ou outro equipamento eletrônico pode dar preferência às empresas que demonstram maior preocupação com os impactos da fabricação e do descarte de seus produtos sobre o meio ambiente. "Assim, o consumidor valorizará as boas práticas, estimulando as empresas a manterem essa conduta e incentivando outras a fazerem o mesmo", reforçou Heloísa.

Lisa Gunn também acredita que o consumidor precisa valorizar seu poder de compra e ter uma atitude menos passiva "cobrando das empresas que está acostumado a consumir justamente as informações socioambientais do processo produtivos e também do pré-consumo e pós-consumo". "Orientamos os consumidores a procurarem empresas que tenham o discurso em harmonia com a prática", afirmou.

Saiba mais sobre quem ajuda e como você pode ajudar

O site da CETESB orienta e indica locais que aceitam a doação de computadores e periféricos usados para a montagem de centros de informática; instituições que possuem bazares e aceitam doações de objetos eletroeletrônicos; locais de coleta de pilhas, baterias e celulares, e; empresas recicladoras. Clique aqui para mais informações.

Sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1991/07, do Executivo, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. O objetivo é reduzir a geração de lixo e combater a poluição e o desperdício de materiais descartados pelo comércio, pelas residências, indústrias, empresas e hospitais.

Conforme o texto, o tratamento dos resíduos deve seguir os princípios estabelecidos pelas políticas nacionais de meio ambiente; de educação ambiental; de recursos hídricos; de saneamento básico; e de saúde. O projeto estabelece ainda que os rejeitos radioativos serão regulados por legislação específica.

A proposta proíbe o lançamento de lixo no solo, nos rios e sem a embalagem adequada, além da queima a céu aberto. O texto também proíbe a importação de materiais que produzam rejeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde pública, como pneus usados.

De acordo com o ministério, na exposição de motivos que acompanha o texto, "a implantação da lei proposta trará reflexos positivos no âmbito social, ambiental e econômico, pois não só tende a diminuir o consumo dos recursos naturais, como proporciona a abertura de novos mercados, gera trabalho, emprego e renda, conduz à inclusão social e diminui os impactos ambientais provocados pela disposição inadequada dos resíduos".

O projeto, que tramita a duas décadas, foi apensado ao PL 203/91, do Senado e aguarda votação.

O consumo responsável e o lixo eletrônico

Por Leticia Freire, do Mercado Ético

(Envolverde/Mercado Ético)

Nossos tesouros biológicos: Cerrado e Mata Atlântica

..tesouros biológicos; duas dessas regiões estão no Brasil e uma delas é a do Cerrado (e a outra, por incrível que pareça, não é a Amazônia, mas a Mata Atlântica)

Cerrado: Megadiversidade corroída em ritmo acelerado

Trinta e quatro regiões no mundo inteiro são consideradas áreas prioritárias de conservação (hotspots), por abrigarem verdadeiros tesouros biológicos; duas dessas regiões estão no Brasil e uma delas é a do Cerrado (e a outra, por incrível que pareça, não é a Amazônia, mas a Mata Atlântica). O desmatamento no Cerrado anda a passos largos anualmente e as propriedades agrícolas podem, apoiadas pelo Código Florestal vigente, preservar apenas 20% da área nativa, bem diferente do que ocorre em florestas tropicais, como a Amazônia, nas quais esse percentual corresponde ao máximo que se permite desmatar. São 12.356 espécies da flora e mais de 2.546 animais catalogados, meros 10% do que existia originalmente nesse bioma. É também o berço de três das maiores bacias da América Latina (Amazônica, Paraná-Paraguai e São Francisco). Tantas riquezas ainda não foram suficientes para acender um alerta para garantir a sobrevivência, manutenção e conservação do Cerrado, segundo maior bioma nacional. Outra riqueza, essa produzida em seus mais de 70% de território degradado, tem sido a prioridade nacional: a agropecuária e o carvão vegetal.

Enquanto o Congresso Nacional tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 115/1995) para reconhecer o Cerrado como patrimônio nacional, a megabiodiversidade, mais rica em áreas abertas – justamente aquelas que são mais visadas pela agropecuária –, vai sendo consumida. "Mesmo considerando o número de pesquisas existentes no Cerrado, o conhecimento científico é bastante precário, pois novas espécies estão sendo descobertas a cada levantamento faunístico e florístico realizado", apontam os autores do estudo de perda de espécies do Cerrado, apresentado durante o IX Simpósio Nacional do Cerrado, ocorrido em outubro do ano passado. Ricardo Machado, diretor do programa Cerrado-Pantanal da ONG Conservação Internacional e um dos autores do trabalho, conta que e m expedição realizada por sua equipe durante três semanas, foram identificadas 14 novas espécies de répteis, peixes, mamíferos e aves – grupos de animais de maior porte e, portanto, mais conhecidos.

Não é difícil prever o nível de desconhecimento de grupos menores, como fungos, embora sejam fundamentais para a ciclagem de nutrientes do meio ambiente. "Praticamente tudo é o primeiro registro", lamenta Solange Xavier dos Santos, especialista em micologia (estudo de fungos) da Universidade Estadual de Goiás. O que se conhece equivale a menos de 5% do total existente. O mesmo vale para representantes de outros grupos, como os numerosos insetos. "O nível de desconhecimento é diretamente proporcional ao número de profissionais envolvidos nas pesquisas", estima a pesquisadora.

Dentre os fatores responsáveis pelo desconhecimento do bioma estão a falta de especialistas, centros de pesquisa e coleções científicas, além de dificuldades de acesso às áreas para coleta de material biológico. Muitos grupos de pesquisadores do bioma estão localizados em algumas poucas instituições, como é o caso da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal de Goiás (UFG), além da Embrapa. Mas o problema reside também nos baixos gastos governamentais no bioma e em políticas ambientais que garantam rapidamente a proteção de áreas maiores. A Conservação Internacional demonstra, através de análise dos recursos aplicados pelo Ibama em 2007, que o Cerrado recebeu apenas 8% do montante reservado para unidades de conservação, ou R$ 107 milhões, enquanto o valor mínimo necessário seria de R$ 5.638 por hectare, ou seja, R$ 227 milhões. Recurso que desaparece perto do gigantesco investimento na produção agrícola na região do Cerrado no mesmo ano, de R$ 41 bilhões.

Leia mais Envolverde/ComCiência


Por que querem drogar o povo brasileiro?

O que pode parecer a conservadores uma tremenda ousadia não passa, na verdade, de um gesto simbólico do continente produtor de drogas, a América Latina. Um gesto com os olhos voltados para o Norte, o hemisfério consumidor por excelência. Nos Estados Unidos, ainda se encarceram usuários na maioria dos Estados, e a Europa faz vista grossa ao consumo, mas não muda sua legislação. A comissão latino-americana acha "imperativo retificar a estratégia de guerra às drogas dos últimos 30 anos". Nosso continente continua sendo o maior exportador mundial de cocaína e maconha, mas produz cada vez mais ópio e heroína e debuta na produção de drogas sintéticas. Um maior realismo no combate às drogas, sem preconceito ou visões ideológicas, ajudaria a reduzir danos às pessoas, sociedades e instituições.

Há quem discorde dessa visão, com base em argumentos também poderosos. Com a liberação do consumo da maconha, mais gente experimentaria a droga. Isso aumentaria o número de dependentes e mais gente sofreria de psicoses, esquizofrenia e dos males associados a ela. Mais gente morreria vítima desses males. "Como a maconha faz mal para os pulmões, acarreta problemas de memória e, em alguns casos, leva à dependência, não deve ser legalizada", afirma Elisaldo Carlini, médico psicofarmacologista que trabalha no Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas (Cebrid). "Legalizá-la significaria torná-la disponível e sujeita a campanhas de publicidade que estimulariam seu consumo".

na Época :Leia mais Liberar ou não liberar? 

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Maconha tem efeito psicotrópico cada vez mais poderoso, diz estudo
 
WASHINGTON (AFP) - O efeito psicotrópico da maconha duplicou em 25 anos, alcançando níveis recordes, contradizendo os que defendem que se trate apenas de uma droga inócua, informou nesta quinta-feira um relatório divulgado pelo governo americano.

O  teor em tetrahidrocanabinol (THC), substância psicotrópica contida na maconha, alcançou, em média, 9,6%, em 2007, nas amostras apreendidas pela polícia, mais do que em qualquer outro momento, desde que as análises científicas começaram a ser feitas no final dos anos de 1970. Além disso, mais do que dobrou desde 1983 (quando era de menos de 4%), alertou o ONDCP, órgão responsável pela política nacional de controle da droga, ao divulgar um estudo da Universidade do Mississippi (sul).

O nível mais alto de THC encontrado em uma amostra da erva, medida nos últimos meses, foi de surpreendentes 37,2%, segundo o estudo.

"O aumento da potência da maconha preocupa, já que incrementa a probabilidade de toxicidade aguda, incluindo problemas mentais", explicou a diretora do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, Nora Volkow, em nota divulgada hoje.

"Particularmente preocupante é a possibilidade de que o THC mais potente possa ser mais efetivo para desencadear as mudanças no cérebro que possam levar ao vício. É necessária, porém, mais pesquisa para estabelecer esse vínculo entre uma maior potência de THC e um maior risco de vício", completou.

 
 

BBC : Maconha pode afetar cérebro de fetos, diz estudo

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DIGA NÃO AS DROGAS E SIM AO COMBATE AO TRÁFICO DE DROGAS
Ana Maria C. Bruni
 

BRASIL CONTRA A PEDOFILIA

Tome conhecimento deste problema sério, deste crime hediondo também é seu

BRASIL CONTRA A PEDOFILIA

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Segundo Magno Malta, a pedofilia no Brasil assume caráter generalizado. "A pedofilia no Brasil é rica, reza missa, dirige culto, é desdentada, analfabeta, e doutora. É precisa acabar com essa mística de que a pedofilia é coisa de pai desempregado, que mora em periferia e abusou da enteada. Pelo contrário: tem gente de gravata e que freqüenta colunas sociais abusando de crianças", declarou o senador, que preside a CPI da pedofilia no Congresso Nacional.

http://brasilcontraapedofilia.0freehosting.com/

Fotografia é história

 
Paraíso baiano
Foto
Praia de Itacaré, no Sul da Bahia, o lugar escolhido pelo presidente francês, Nicolas Sarkozi, para estar a sós com a primeira-dama de seu país, a bela modelo e cantora italiana Carla Bruni.
Como foiOlhos de fotógrafo não podem perder tempo. Mesmo não fazendo clic de tudo que vê, no mínimo, ele toma como anotação visual. Gosto de ficar na janela do avião nas decolagens ou pousos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Impressiona-me ver aquele mar de edifícios, onde as pessoas tomam a dimensão de formiguinhas diante da paisagem inteiramente urbana. Parece banalidade, mas é uma imagem que tomo como referência, especialmente quando parto para matérias sobre a relação do homem com o espaço em que vive. Essa fotografia aí, da bela praia de Itacaré, no Sul da Bahia, feita há dois anos, oferece um perfeito contraste de duas situações. Aqui as pessoas também parecem minúsculas criaturas diante da exuberância da natureza. Orlando Brito.
http://www.claudiohumberto.com.br/colunas_anteriores/index.php?dia=04&mes=01&ano=2009

sei, sei...

 

a quem interessa manter uma boa parte da população brasileira desinformada oooooooo

Eu não sei quanto dá 16%

do total da população brasileira..mas, só sei que é gente pra dedél...em sendo assim, seria bom que a Rede Globo , o Jornal do Brasil e a imprensa em geral prestasse mais atenção em quem eles vetam e demitem. Na mesma linha que a blogueira de Itacaré, Ana Maria Bruni, pergunta, perguntarei também...a quem interessa manter uma boa parte da população brasileira desinformada ou apenas meio informada?
Podemos ser, por enquanto, somente 16% , mas...podemos, certamente, fazer uma barulhão!

da Dois em Cena

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Boa pergunta da blogueira do Itacaré news!!!!

Sobre a matéria postada no Itacare News  Por que querem drogar o povo brasileiro?

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Um focinho é capaz de denunciar onde estão toneladas de drogas

Não substimem os que sentem o fedor da podridão!

Ana Maria C. Bruni

Dengue + Dengue

Foram mais de 4.200 casos de dengue notificados só no mês de janeiro, na Bahia. Em Salvador, 208 casos ocorreram desde o início do ano. Dois de dengue hemorrágica foram confirmados. E tem mais: sete pessoas estão internadas no Hospital Couto Maia, todas com suspeita de dengue hemorrágica.

Em Salvador, foi encaminhado ontem à 8ª vara da Fazenda Pública, o pedido do Ministério Público para que agentes de saúde da capital possam entrar em imóveis abandonados. Mas, a juíza Aidê Ouais, que vai ser responsável pelo julgamento, ainda não recebeu o processo.

Na semana passada, o juiz da 10ª Vara Cível, para onde o pedido tinha sido encaminhado primeiro, disse que não era competente para decidir sobre o assunto.   

Quatro crianças morreram na Bahia este ano, vítimas da dengue:  uma em Jequié no sudoeste e três em Porto Seguro no sul da Bahia. Na segunda-feira (17), uma menina de quatro anos morreu com suspeita da doença em Itabuna, também no sul.

No iBahia

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Enquanto isto a Bahia se prepara para o Carnaval!

na foto Dengue Hemorrágica

Voce já teve dengue?

Imaginem a hemorrágica!

Neste blog várias matérias sobre dengue

 

Máquinas Mortíferas

Proibidas que nada!
Estão por toda a parte!
 
Cybers que permitem menores inclusive e passam horas jogando e jogando gastando dinheiro que suas famílias não tem!
 
Acontece nas grandes cidades, nas pequenas cidades, nas minúsculas cidades!
 
Viciados no jogo a um passo de outros crimes!
 
Ana Maria C. Bruni
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Não somos uma nação em estado de indigência. Carecemos de boa administração, firme e íntegra, circunspeta e audaz.
 Rui Barbosa

DENGUE HEMORRÁRICA MATA PROFESSORA EM ITABUNA

A dengue se alastra em Itabuna e fez uma vítima fatal, ontem. A professora Rita Santiago morreu com quadro clínico confirmado de dengue hemorrágica, a forma mais agressiva da doença.

A educadora lecionava no Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (Ciomf). Somente de casos notificados, o número passa dos 430. O real ultrapassa a casa dos 2 mil, segundo especialistas. Isso, porque a prefeitura não estava distribuindo formulários de notificação da dengue às unidades de saúde e hospitais. Pacientes não têm conseguido atendimento nas unidades e aderido à perigosíssima auto-medicação.

Do Pimenta na Muqueca

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Não estão levando esta Dengue a sério!

Notícias 2009

 
12.02.2009 - PT é contrário à instalação da CPI do Aborto
 
12.02.2009 - Ministra Nilcéa Freire anuncia investimento de R$ 45,6 milhões para enfrentamento à violência contra a mulher
 
 
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Sigam o site e se atualizem

A violência contra a mulher em jogo

Jogo de estupro e abortos
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Os criadores garantem que é apenas diversão. Para mim, um terrível equívoco. A produtora japonesa Illusion lançou um jogo em que o objetivo é estuprar uma mulher e suas duas jovens filhas em uma estação de metrô. E não fica só nisso. Depois do ataque sexual, o jogador tem que fazer com que as suas vítimas abortem. O nome do game bizarro é "Rapelay".

Se o jogador não conseguir que as suas vítimas abortem ele perde e o seu personagem é jogado na linha do metrô. O game permite que vários jogadores "brinquem" ao mesmo tempo contra apenas uma mulher.

Inicialmente restrito ao mercado japonês, onde foi lançado em 2006, o jogo começou a chegar ao Ocidente em versões piratas ou por sites de venda. A Amazon, que chegou a vender o "Rapelay", tirou o game das suas prateleiras.

Estupro e aborto viraram brincadeira?
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Nosso grito vira jogo!
Nossas filhas brincadeiras do horror!
Abomináveis seres que devoram os ventres daquelas que os pariram!
Ana Maria C. Bruni

Somos ovelhas por decreto!

Justiça pelas próprias mãos

Passou despercebida no noticiário a informação vinda do pequeno município de Wanderley, no oeste da Bahia. Na madrugada de domingo, cerca de 30 moradores da cidade invadiram uma delegacia e mataram um dos presos. Além disso, sete armas foram roubadas dos policiais.

Os linchadores estavam revoltados por saber que estava preso na delegacia um acusado de matar um morador ilustre da região. De "justiceiros" com as próprias mãos passaram ao papel de carrascos num tribunal sem julgamento: feriram outro prisioneiro e os demais detentos só escaparam porque conseguiram fugir da delegacia. Não há qualquer surpresa nesse linchamento. A Bahia, infelizmente, tem tradição em episódios do gênero. O surpreendente é que não ocorram mais casos de justiçamento após a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de mandar soltar diversos presos que já estavam condenados, inclusive por crimes graves como estupro.

Os ministros do STF que ordenaram a libertação desses réus argumentam que eles ainda têm recursos contrários à sentença tramitando. E no Brasil só é culpado quem é condenado até a última instância. Correto. Mas será que dois juízes que condenaram estes réus, o de primeiro grau e o desembargador, estão tão enganados assim?

Se eles viram bons motivos para manter o suspeito preso, cabe a alguém de Brasília, que não ouviu as testemunhas de acusação, aceitar que os réus voltem às ruas dessa maneira? Poder, a gente já viu que os ministros do STF podem. É legítimo. Mas será bom senso?

Do Zero Hora

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Pequenas cidades, população mais simples não ficam como nós analisando , vão e detonam!

Se soubessem que estamos armados e que a população não vai perdoar a turma ficaria mais atenta.

 

Ana Maria C. Bruni

 

Leia neste Blog Semana baiana

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Ovelhas por Decreto      
Escrito por Prof. Bene Barbosa   

A crônica chamada "Ovelhas, Lobos e Cães Pastores" de autoria do Ten. Cel. Dave Grossman, publicada na edição nº VII desta revista, deve ser lida e relida por todos aqueles que de alguma forma estão envolvidos na questão da segurança pública em nosso país, que cada vez mais parece negar a necessidade do uso da força no combate à criminalidade crescente em nossa sociedade.

O Brasil se enquadra dentro do contexto apresentado na crônica de forma muito peculiar, beirando o absurdo. Aqui, diariamente, somos forçados a sermos ovelhas. Cada vez mais aparecem leis que possuem esse claro objetivo, reduzindo a capacidade dos "cães pastores" em proteger as "ovelhas".

Leia também:

Esse tipo de lei embora muitas vezes pareça benéfica aos olhos da sociedade, só acaba protegendo os lobos, e como já foi escrito "quem protege os lobos, mata as ovelhas". Usemos como exemplo a mais nova instrução adotada pela policia militar do Rio de Janeiro, onde qualquer disparo de arma de fogo efetuada pelo policial, automaticamente será investigada pela corregedoria daquela instituição. Com toda certeza isso inibirá automaticamente a ação policial pois nenhum bom policial quer ter o seu nome investigado.

Outro exemplo é o chamado estatuto do desarmamento (Lei Lei 10.826, de 22 de dezembro de 2003) que torna quase inviável a compra de uma arma de fogo e proíbe o porte legal de armas. Não importa o quanto o cidadão é idôneo e preparado para utilizar uma arma de fogo para defesa de sua família, da sua vida ou da vida de terceiros. Mesmo tendo em seu espírito a capacidade de ser "cão pastor" o estado o impede, forçando-o a dizer "béééé" perante os "lobos" famintos.

Mesmo para aqueles que possuem legalmente uma arma de fogo, não encontramos situação diferente, pois o simples disparo, mesmo que em legítima defesa trará sérios problemas judiciais pois será processado por disparo de arma de fogo, crime previsto na lei em questão, além disso o cidadão terá sua arma apreendida e ficará desprotegido. Isso só contribui para que os "lobos" se sintam ainda mais protegidos.

Na equivocada discussão desta lei, chegou-se a discutir até mesmo se o policial deveria andar armado no seu período de folga ou quando aposentado. Absurdo total! O "lobo" não marca horário para atacar as "ovelhas". São Paulo mostra-se neste contexto a maior prova disso, onde os "lobos" fortalecidos e protegidos pela legislação e atuação de ONGs defensoras de seus direitos atacam também nossos valentes "cães pastores" até mesmo em suas casas.

Diferente do país natal do autor, onde a propriedade de armas de fogo é garantida pela constituição, e a escolha de ser "ovelha", 'lobo" ou "cão pastor" é tão somente do cidadão, no Brasil somos "ovelhas" por decreto. Os "lobos" comemoram.


Prof. Bene Barbosa é Bacharel em direito, especialista em armas de fogo e munições, presidente da ONG Movimento Viva Brasil (www.movimentovivabrasil.org.br)

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Itacaré é recomendada pelo "NY Times"

A praia de Itacaré, na Bahia, é destaque no guia "53 lugares para conhecer em 2008", do jornal The New York Times.
A praia baiana ficou em 41º lugar entre os destinos escolhidos pelo jornal americano, à frente inclusive de Nova York, Londres e Las Vegas.
A presidente da Embratur, Jeanine Pires, afirma que o nordeste brasileiro está chamando a atenção do mercado nos Estados Unidos.
A empresa realiza ações especiais em Los Angeles e em Nova York para divulgar o Brasil. O diretor de relações internacionais da Associação Brasileira das Agências de Viagem, Leonel Rossi Junior, lembra que Itacaré foi classificada pelo guia como um lugar ainda discreto demais para chamar a atenção do grande público, mas a praia está preparada para receber o turista doméstico e estrangeiro, com hotéis sofisticados, resorts e pousadas.
Da Band News -
Ouça

Especialistas alertam turistas sobre casos de dengue na Bahia

São Paulo - Abadá e repelente são a mistura aconselhada para quem vai curtir o carnaval na Bahia. A dengue baiana já contaminou 21 moradores da capital paulista, apenas em janeiro, e esse Estado é onde mais paulistanos adoeceram. A preocupação dos especialistas é que os turistas voltem dos trios elétricos, cordões e blocos baianos infectados e disseminem a doença em toda São Paulo. A Secretaria de Saúde da Bahia já confirmou seis mortes pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, quatro delas em Porto Seguro, uma das mais lotadas nos dias de folia.

A região sul baiana é a mais acometida pelas infecções. Na cidade de Itabuna, a 429 quilômetros de Salvador, foi decretado ontem estado de emergência por causa da dengue. No total, a Secretaria de Saúde informa que são 6.567 notificações de dengue - entram na conta casos suspeitos também que podem não ser confirmados - o que representa um aumento de 153% com relação ao mesmo período do ano passado. A forma mais grave da doença, chamada de hemorrágica, já contaminou 64 baianos.

Em São Paulo, as estatísticas são só de casos confirmados e mostram que no último mês, 52 paulistas adoeceram, contra 501em janeiro de 2008. Na capital, três moradores de Itaquera, bairro da zona leste, são os únicos que já entraram para os dados oficiais da dengue. Mas, como alertou o secretário Estadual de Saúde de SP, Luiz Roberto Barradas Barata, com a aproximação do feriado prolongado, os riscos de contaminação aumentam, já que uma pessoa pode adoecer em outro Estado, voltar para São Paulo, ser picada pelo Aedes, que passa a transmitir a doença no Estado.

Juvêncio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, alerta que para o viajante que tem como destino uma região alarmada pela dengue, a única maneira preventiva é evitar o mosquito, com o uso de repelentes (para quem não é alérgico) e mosqueteiros. "Lembrando que os sintomas da doença costumam aparecer, em média, 10 dias após a picada do mosquito", explica Furtado. "Isso significa que quem ficar doente no carnaval da Bahia, por exemplo, só vai ter febre, dor de cabeça e eventualmente manchas vermelhas no corpo já em São Paulo. Daí, a procura do médico deve ser imediata."

Criadouros

A médica epidemiologista da Vigilância Sanitária Municipal de São Paulo, Vivian Ailt Cardoso, uma das responsáveis pela política de combate à dengue do município, informa que a maneira mais eficiente para eliminar a doença é combater os criadouros. São os vasos, piscinas, pneus e caixas d'água que costumam acumular água, ambiente preferido para a proliferação das larvas. "O combate tem de ser diário e constante, como escovar os dentes." Vivian afirma que para o período de carnaval, uma estratégia de contenção de casos foi montada, com o foco para quem vai viajar para todos os locais, não só na Bahia. "Nossos agentes estarão em todos as rodoviárias, aeroportos, alertando sobre os sintomas da doença ensinando como evitar os criadouros", garante. As informações são do Jornal da Tarde.

AE

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/especialistas-alertam-turistas-casos-dengue-bahia-274615.shtml

Pânico no interior do paraíso de Itacaré

Assaltos geram pânico na zona rural de Itacaré

Ana Cristina Oliveira, da Sucursal Itabuna

Cerca de 1.500 moradores das localidades de Água Fria, Ponto Novo e Machadinho, no distrito de Taboquinhas, zona Rural de Itacaré, estão amedrontados com os assaltos, que acontecem à luz do dia. Há 20 dias, o pequeno produtor Marivaldo Rosa Lima, 54 anos, e a mulher dele, Tereza, sofreram agressões físicas, foram amordaçados e tiveram os pulsos amarrados com cordas por três homens mascarados, que invadiram sua propriedade, na localidade de Machadinho. A área é erma e de difícil acesso, onde a polícia nunca aparece, segundo a vítima.

"Ficamos em poder dos marginais das 12h até às 14h30,  fomos ameaçados e obrigados a dar R$ 600 que tinha em casa, relógios e vários outros pertences", disse Marivaldo. Ele tem uma pequena oficina para consertos de geladeiras, fogões e outros utensílios de casa e teme nova ação dos assaltantes. A mulher dele, que toma medicamentos controlados, ainda está traumatizada. Marivaldo acha que os marginais sabiam que ele tinha o dinheiro em casa, porque a maior parte dos marginais nasceu e mora na área.

VINGANÇA – Para José Carlos Bispo dos Santos, que trabalha no colégio da localidade de Ponto Novo, quando acontecem esses casos de violência, as pessoas ficam com medo de dar queixa, por causa de vingança. Marivaldo não prestou queixa e muitos outros também não, segundo ele, que não quis ser fotografado com medo de ser reconhecido. "Os vagabundos ficam na estrada principal, que liga os povoados com a BR-101 e a BA-001, e assalta, porque os buracos obrigam os motoristas a trafegarem em baixa velocidade", diz José Carlos.

Ele diz que depois de assaltar, os marginais atravessam o Rio de Contas e vão para a Faisqueira, bairro da periferia do município de Ubaitaba. O trabalhador rural Gildásio Anunciação dos Santos, que trabalha na Fazenda Alvorada há 9 anos, diz que os malandros pesquisam para saber se alguém recebeu algum dinheiro e mandam os comparsas fazerem o assalto. Eles sabem que a polícia não aparece nos ramais de acesso às localidades, que estão em pior estado que a estrada principal.

José Carlos desataca que a violência melhorou, depois que a polícia prendeu dois homens, há cerca de 40 dias. A pequena produtora Edite Vieira de Jesus, disse que tem muito medo, por causa da falta de policiamento. "O que fizeram com Marivaldo e a mulher dele foi muito cruel", lamenta Edite. Até pouco tempo, segundo Edite, não assaltavam nos ramais, só na estrada principal, já mais perto dos municípios de Ubaitaba e Aurelino Leal.

Pedro Vasconcelos, também pequeno agricultor, disse que tem muito medo, porque as localidades são desertas e até aparecer alguém para socorrer, as vítimas já podem estar mortas. O servidor público Leonam Sampaio disse que há cerca de um ano a violência vem diminuindo muito, depois que policiais da Companhia de Ações Especiais da Região Cacaueira (Caerc) passaram a fazer rondas. Por conta disso, no distrito de Taboquinhas há algum tempo não ocorrem assaltos, segundo Aldilene Santos, moradora há 25 anos em uma fazenda, na região da Rua de Palha
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Atenção Segurança Pública do Estado da Bahia
Itacaré não pode ficar nas mãos de criminosos
Equipem nossa polìcia com viaturas, equipamentos,armas
 
 
 

Nos desarmaram!

Pequenas cidades, população mais simples não ficam como nós analisando , vão e detonam!

Se soubessem que estamos armados e que a população não vai perdoar a turma ficaria mais atenta.

 

Leiam :

 
 
 
 

Carnaval

Uma festa!
Danças!
Músicas alegres!
 
Sem álcool
Sem violência
Sem drogas
 
Que assim seja!
 
Confraternização da alegria!

Esse barulho eu conheço de outros carnavais

Não é de hoje que os ruídos do carnaval incomodam muita gente. O rufar dos tambores, as conversas animadas e a empolgação da melodia podem ser simpáticas a maioria dos brasileiros, mas não agrada a todos. Para manter a ordem (não só em tempo de carnaval), diversos dispositivos jurídicos são utilizados visando combater a poluição sonora.

Com objetivo de garantir a manutenção da ordem, as condições de trabalho e o sossego alheio, o decreto-lei 3.688, de 3 de outubro de 1941 (Lei das Contravensões Penais – clique aqui), prevê em seu art. 42:

Art. 42. Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios:

I - com gritaria ou algazarra;

II - exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;

III - abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;

IV - provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda:

Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, também publicou uma resolução que dispõe sobre critérios de padrões de emissão de ruídos decorrentes de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política (Resolução CONAMA nº 1, de 8 de março de 1990 – clique aqui); por considerar os problemas dos níveis excessivos de ruído um empecilho ao Controle da Poluição de Meio Ambiente.

Do MIgalhas

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Vão Plantar batatas invés de Maconha!

Droga é droga.
Para o traficante penas duríssimas e para usuário, pena dura também. Tem que ser confinado, sem apelação e passar por tratamento sério. Ficar limpo. Nada de perdão, passadinha de mão na cabeça, custódia de papai e mamãe . Ninguém é doido de querer colocar traficante e consumidor na mesma cela, na mesma prisão, porem, a reclusão para tratamento sério é imperativo.
Um não vive sem o outro. São cúmplices.
As pessoas tem que ter medo de serem pegas com um baseado, com um comprimido de ecstasy.
O consumo de droga é doença e doente tem que ir para o hospital. Tem que perder a liberdade. Tem que ser tratado.
Essa frouxidão , essa condescendência com o usuário vira isso. Quem não tem vergonha, tem que ter medo. Ambos, usuário e traficantes, devem ser punidos e tratados. Cada um dentro de seu perfil de necessidades.
 
Leia os links Do Dois em Cena
 
 
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PROIBAM  e PRENDAM
Equipem a Polícia
Construam Presídios
Agilizem o Judiciário
Criem Projetos Sociais para nossos Jovens
 
Com o dinheiro da Batata e parem de incentivar o uso de drogas!
 
Ana Maria C. Bruni